sábado, 8 de agosto de 2009

Ilha dos amores


Insaciável
Incapaz de alimentar só de uma vez,
E aumenta … aumenta …. Por isso mesmo, é que não deixa jantar por completo,
Sensual
Muito… demasiado….exacerbado… o meu corpo também nota o teu sangue que corre nas tuas veias fortes…
Qualquer pedaço do meu corpo nu, precisa urgentemente da tua carne também… do teu “suar” e do teu “ transpirar” de macho ….
Macho … Maduro… Meu…
Os meus olhos precisam urgentemente de olhar e “comer-te” … precisam de imaginar que te tocam também… que fazem amor contigo também…sendo impossível não manter o olhar de ambos, intacto e a explodir de prazer, por sentirem também, por penetrarem também, por suarem e desejarem continuar por longos instantes a suar também…
Duro
Esta loucura controversa …. Violenta … apaixonada… sexualmente sensual e perversa… este latejar dos dois órgãos específicos que servem de passagem, ponte e união entre nós, junção dos sacrifícios que passámos e que contrariamente ao seu efeito destruidor mais provável, só nos faz ansiar por mais … pedir mais… sonhar mais … fazer mais… por nós, nós e nós.
Esta espécie de “crime”, “abuso” e insanidade considerados pela sociedade... Este espectáculo brutal que nos mata de amor e de prazer… que nos puxa um para o outro… que nos abraça e não quer largar..que nos abafa de tesão…que não nos deixa aguentar um sem o outro.
Tesão…. O tesão acompanha a imensidão da paixão, paixão carnal, paixão sentimental, paixão inexplicável, paixão “ fodida”*, paixão brutalmente quente, paixão que nos faz não ficar satisfeitos, entre parênteses, não conseguindo parar por ali… desejando que um se possua cada vez mais ao outro…não conhecendo limites…
Sentir cada parte Desse*2 corpo, nem que seja simplesmente os dedos das mãos ou agarrar o teu braço posterior ao cotovelo, deixa-me emocionalmente e sexualmente atraída, possuída e depois, possuída outra vez…
Forte… Homem… escrevo este texto ridículo ao de cima da minha antiga cama no meu quarto desorganizado, não sei porquê, dedico esta “porra” aos músculos dos teus braços fortes que me protegem e me entesam só de agarrar, ao teu peito que posso beijar, não agora, mas quero beijar e é uma necessidade tão ou mais que o cigarro, o teu peito que posso trincar levemente e rastejar os lábios,não agora, sempre posso escolher fazê-lo com uma peça de fruta após as refeições, como as miúdas quando querem aprender a beijar, mas….prefiro 50mil biliões de estrelas que luzem do céu e iluminam a terra, Contigo meu Amor …
Humidecer a minha língua em iogurte natural e passeá-la no teu peito…apertar, apertar muito as tuas costas protectoras com as minhas mãos pequenas compradas às tuas…
Quero o teu beijo, aquele que ansiava receber todas as manhas e todas as noites no quarto, no sofá da sala, em pleno Inverno, com a lareira acessa a deterrer os nossos corpos em silencio ou estrondosos gemidos e calafrios, não sei bem explicar o que são, sei que me deixam tão “parva”, sei que por instantes deixo de ser eu, sei que me deixam intacta sem resistir, sei que por momentos deixo de ser uma e passamos a ser dois, que se deixam levar, na praia, depois de uma noite num bar onde trocámos olhares furiosos e palavras fortes, onde vieste ter comigo enquanto dançava, agarraste delicadamente no meu pescoço e olhas-te para mim a sorrir e eu sem saber, fiquei a olhar fixamente para ti.
Saberes o que quero e tu também, mas continuamos a comer-nos com os olhos, para o beijo, numa tal altura em que já não aguentas ficar hipnotizado ao ver-me nua no banco do carro com um arzinho de miúda inocente, pronta a entregar-me a um homem, acompanhado o beijo, com as tuas mãos que vão directamente para o meu pescoço – seja um fenómeno belo da natureza humana. Um beijo em que sentimos o quente da boca um do outro, salivoso e umas mãos que desejam aquilo e mais…descendo.
Criar um elo de ligação entre carinho e uma determinada “submissão”, “ violência do amor”, num momento também de amor expressado numa “ trancada”, no acto sexual… O amor é absurdo, mas no entanto não é absurdo, não se sabe de onde vem, mas se descobríssemos deixaria de ser amor – o amor nasce com a naturalidade, a cumplicidade, é espontâneo, compreensivo e aparece sem uma causa muito obvia. Será esse o principal ou até o único objectivo do Homem, amar? Não ficar sozinho?
Eu amo-te a ti como amo a natureza selvagem, a natureza pura, a natureza transparente, a naturalidade das coisas, a biodiversidade das paisagens do Mundo. Porque sou assim??
Não posso perder-te, não posso deixar te para trás,não vale a pena iludir me ao dizer que não fazes falta na minha vida porque se me deparo sem ti não me sinto suficientemente capaz de olhar-me ao espelho… dá-me vontade de parti-lo…Não vale a pena ser intransigente comigo naquilo que é mais fácil: mostrar a mim mesma a minha força e indiferença quando na realidade sou uma mulher frágil ( “ Burra”), mostrar que jamais consegui destacar-me nos estudos porque me faltava das coisas que mais pedia: motivação.
Conseguia dar a aparência de uma mulher independente, quando necessitava desesperadamente de uma companhia, de um amigo cúmplice, de um bom sexo sensual com ele ou pensando nele ( que coisa horrível, que eu disse, se não fosse com ele, não conseguia fazer com mais ninguém, suponho), ou só troca de olhares e sentir-me preciosamente desejada por um homem muito correcto, mas enfim, o que é ser correcto? Essa palavra nem existe, não vale a pena argumentarem que existe.
Chego aos lugares e todos olham para mim por ser habitual olharem as pessoas que entram num café, mas geralmente termino a noite sempre sozinha. Também ninguém disse que queria acabar acompanhada.
E o que é a realidade ( indesejada, manchada, injusta, falsificada, extremamente disfarçada por cera)? É o que a maioria achou que devia ser, não necessariamente o melhor e o mais lógico, mas o que se adaptou ao desejo colectivo. Eu, pelo menos , interpreto assim, a “ doçura” que é a realidade. Uma gravata ao pescoço descrita por um louco ( louco feliz, para mim – pessoa normal/ pessoa que se julga normal – é anormal infeliz) : Um louco diria que o senhor tem ao pescoço um pano colorido, ridículo, inútil, amarrado de uma maneira complicado que acaba por dificultar a respiração e os movimentos da cabeça necessários. E para que serve? Para distinguir a classe da gente? Para muitos! Para mim, absolutamente para nada. A única utilidade de gravata consiste em chegar a casa, tirá-la, dando a sensação de que estamos LIVRES de alguma coisa que nem sabemos o que é e para que serve.
A quantidade de vezes, que preciso e só preciso de estar contigo em carne e osso, num momento real, dentro de uma casa minúscula perdida no meio da serra, o essencial é a cama, a lareira e o gira discos para nos embalarmos ao som de um disco com sabor a morango e chantilly…o resto fica por nossa conta…ultrapassamos a cena de cinema mais romântica e erótica…deitamos lenha para a fogueira que rapidamente arde de paixão como se fosse a própria reflexão das nossas curvas e relevo em movimento dócil e brusco. E nós? Na cama lá ao lado a derreter com o calor que advém das chamas ardentes e enormes da fogueira…os músculos dos braços e as costas dele fomegam e reluzem…as suas nadgas fortes e duras baloiçam enquanto entra e sai de mim… o cabelo dele todo encharcado…a boca dele na minha…as mãos dele nas minhas coxas…o estado daqueles lençóis brancos, “lastimável”… os pasmos prolongados a olharmos um para o outro, muito próximos porque agarraste o meu cabelo com força e chegaste-me a ti… entre gemidos baixinhos teus, ouço dizeres o meu nome. Maria, como se tivesses quase a morrer de sufoco, Maria, como se estivesses a ficar ser ar.
Sentada ao colo do meu amor, observamos as sombras do nosso corpo na parede…Num vai-vém, não espacial, mas especial… Eu sou a prisioneira e tu és o herói.. eu sou a submissa em casa dos pais… a culpada… a sofredora…a mulher…a virgem… Tu és o independente… um grande homem de trabalho…que levanta tijolos pesados… que acarta um braçado de lenha pesado…que veste o fato de macaco, abre o capo do carro para reparar algum estrago, enche-se de óleo, desabotoa o parte de cima do macacão que lhe cai até à cintura e assim, a “sujidade” do óleo trepassa o pano e cobre partes do seu peito tentador…pecador…provocante…”incomodo”…
Eu sou a fêmea, a “amaldiçoada”, tu és o macho, o venerado, segundo as pessoas de fora, a sociedade, determinadas leis machistas e absurdas da arrogante religião católica vigorante… Só faltava ser obrigatório as filhas pedirem autorização às mães para estar com o marido no intimo, ou mais inquietante e mesquinho, convidarem a mãe para assistir a filha a ter relações com o marido, a dar palpites ou a proibir que o marido da sua filha lhe faça certos carinhos, absolutamente normais. Isto acontece em algumas culturas.
Felizes…estávamos nós numa praia perdida no labirinto do oceano pacifico…sem ninguém por perto… sem ninguém para recriminar e acusar…numa praia, onde recem chegados, avistamos arvores tropicais e dos mais variados tipos…o oceano à volta em vários tons..uma água límpida nem quente,nem fria, morna também não, rasteira durante o dia, brincalhona durante a noite… uma montanha alta por trás da floresta e um enorme espaço vazio ao seu redor, apenas coberto por flores encantadoras, ervas macias, bichinhos inofensivos e sementes, que me lembram a liberdade… uma cascata alta que eu confundi com a cascata Victoria no Zimbabwe, onde poderemos vezes sem conta e sem dar qualquer explicação a alguém, refrescar-nos … despir os nossos farrapos e mergulhar, rasgar o soutien de uma vez por todas, conhecer aquela fortaleza, fazer amor nas suas águas ou na margem, libertarmo-nos da realidade de uma vez por todas, no paraíso, o nosso paraíso idealizado.
Faríamos amor na costa…no meio do mato por cima de uma pedra…em cima de um tronco abatido de uma árvore…na confusão de folhas e ervas enraizadas no solo tropical…
Quando o dia se foi, o céu escuresse às fases e as estrelas voltam para servirem de luz na nossa pequena barraca construída por paus e troncos grossos…as estrelas voltam para iluminarem os nossos corpos deitados ao de cima da areia fria da praia, a cantarem um elogio às constelações… as estrelas voltam para nos silenciar por instantes e nos fazerem dar as mãos e olharmos fixamente um para o outro com olhar doce e corpo a pedir um chocolate quente…as estrelas voltam para nos fazer querer ficar ali até à manha próxima, as estrelas voltam para relembrar o quanto gostamos de ser “crianças” e todos os pequenotes que desejamos ter… as estrelas voltam para tu dizeres baixinho ao meu ouvido, que sou uma miúda inocente e te apaixonaste por mim, que sou a miúda que te leva ao céu apesar de seres um Homem e eu uma miúda. As estrelas são varinhas mágicas, como aquelas que as fadas madrinhas nos contos de príncipes e princesas, usavam para transformar as bonitas criadas em deusas por uma noite, havendo limites, mas nesta ilha limites não há e eu, faço perder te a cabeça. . . Sabê-lo dá-me prazer, faz-me provocar-te ainda mais porque tu cais na minha armadilha inocente. E a lua volta a surgir como um pequeno barco à vela dançando nas ondas pacificas do mar ou um barquinho de papel a flutuar à superfície de um rio. E a lua volta a aparecer para nos transformar… Não em lobisomens, mas em seres humanos carentes que quase explodem por sentirem tanto amor um pelo outro… E a lua volta a nascer por trás de um monte…a nós estes simples fenómenos da natureza e da vida, não podemos negar que são fenómenos, maravilham-nos… deixam-nos os olhos com lágrimas por amarmos a beleza das coisas e não as odiarmos… porque sentimos orgulho dela ao manifestar-se…porque queremos ser como ela… porque a quantidade de coisas simples e belas no mundo é tão grande que não conseguimos odiar o mundo … Queremos lá saber se existe um mundo material… queremos apenas ser humanos e funcionar como humanos….basta para sermos felizes.
Era meia noite o meu amor levou-me nos seus braços para o interior da barraca enquanto me arrancava beijos… nenhum ruído, nem o das ondas do mar a bater na costa, nem o dos macacos a brincar, nem o do vento que acariciava as arvores, nem os sons desconhecidos e misteriosos que amedrontavam, o fizeram parar e por me no chão e ficar atento,ir à busca da máquina de filmar para um dia recordarmos mais uma dia das nossas Vidas. Ele seguiu o seu instinto animal, desviou a cortina feita de folhas das palmeiras que servia de porta….ajoelhou-se e deitou-me na cama velha de ferro constituída por molas, para não estragar.
Disse-lhe “ não me dispas”, ansiosa, ele fez precisamente o contrário e excitou-me dos pés à cabeça por me contradizer, contudo eu queria-o tanto como ele a mim, disse aquilo por impulso, porque sei que ele iria fazer o inverso… Rasgou o vestido de seda fina que eu vestia, logo de seguida as duas mãos percorreram o meu corpo de um lado ao outro, como se estivesse de olhos vendados a tentar através do tacto conhecer o objecto ou pessoa à sua frente… quis virar-me de costas para o tecto… tentei mas ele logo me “ empurrou” para ficar como estava…agora começam os beijos indeterminados pela minha carne… os toques “indecentes”, as palavras mais doces e no minuto depois as palavras mais brutas… as tuas e as minhas mãos desesperadas… as nossas bocas a morrer de sede bebem a saliva um do outro…a cama apanha turbulência como o avião e fica barulhenta… Ao mesmo tempo chove fortemente… A “tempestade” lá fora responde intensamente ao que se passa dentro da cabana… o teu braço deita para o chão a pequena jarra de flores que se encontrava na cómoda, lanças um sorriso como se os olhos fossem a tua boca “ Vês, como tu me deixas?” … Beijar o dedo que levas à minha boca, empurrares as minhas ancas para a frente e para trás… e para o lado esquerdo e para o lado direito…agarrares os meus seios como se fosses a pegar numa sandes, esfomeado e carinhoso, simultaneamente.
Agora pega nessa camisola azul e vamos embora…
Escrito por : Maria

domingo, 2 de agosto de 2009

Nasci para ser uma doente mental, se sou assim, é porque nunca me proporcionaste espaço para me preparar, desenrrascar sem a tua ajuda, que não valeu de nada, te digo, prova disso é o que acontece agora, e tu sabes que é verdade, mas gostas de fugir. Não fujas!!
Em nenhum momento me soubeste ouvir, só quiseste ser ouvida. Não querias que te desprezasse, mas às minhas virtudes desprezaste, não querias que eu fosse assim mas, acabaste por me conseguir fazer assim, não querias que eu tivesse beijado alguma vez na minha vida, mas beijei, não quiseste que eu ousasse vestidos pretos e saltos altos, mas essa altura sabias que ia chegar, não me mimaste mas querias que te mimasse decerteza , mas tbm nunca o disseste, mas mimos são desconhecidos para mim, então como poderia eu, dar-te uma coisa que desconheço e que não tou a vontade, não querias que eu saísse de casa,eu tbm nunca fugi, por mais que a vontade fosse fugaz, por mais que ambicionasse fazê-lo sem levar nada atrás porque o que me compraste não é essencial para mim, PAREM DE COMPRAR ROUPINHAS DE MARCA E HIPODS E NÃO SEI KE MAIS PARA NOS DESVIAR DESSA VERDADE, PAREM DE GOZAR COM A NOSSA CARA, p quem passa esta situação.
Dizes que sou revoltada, e sou. Não se trata de uma responsabilidade da hereditariedade, revoltada foi naquilo que me transformaste, e se queres saber, tu nunca me amas-te, amas-te? Então prova-o … Quando se tem um filho, as mães devem estar minimamente preparadas para saber dar amor, ter esse dom maternal, mas porque é que isso não sucedeu comigo ? Eu nunca vi. E não me calo com isso, escondo algumas vezes, mas hoje foi demais, não aguentei, vou-me deixar explodir, vou me deixar levar uns estalos valentes, chorar?Já não me importo de chorar! É que já não choro … Rio, de raiva. De nervos. Chorar? Odeio chorar. Amar? Não sei se vale a pena.
Admito, admitir o quê?? Que não é absolutamente fácil, ver uma mãe e filha numa cumplicidade tal? E em seguida dizer assim “ o que é isto? “ , “ tenho falta disto” , mas sempre ouvi que na vida não se pode ter tudo, nem a porcaria do amor?
Então para que nasci? Para ter a mania que sou forte? Deve ter sido. Se é por isso, que terei de passar a vida toda, a Dura da Maria, menos para os amigos que conhecem o quanto isto quebra por dentro constantemente, “Ok” como me canso de escrever em mensagem via móvel quando a conversa não me agrada muito ou estão a ser chatos comigo, telemóvel, não é vicio para mim.
Orgulho-me um pouco disso, por saber fazer teatro tão bem, para não passar por fraca depois. Mas sincera fui sempre.

AS regras, essas normas mesquinhas, roubam a liberdade ao ser humano, nao o deixa ser feliz. Porque eu sou feliz se fizer o que me apetecer.... e o que me apetece é subjectivo, visto pelos outros. Quero fazer aquilo que não está certo, mas que me faz sentir bem.
Luisa adoro -te
Autora: Maria

Buddha




Aqui passámos a primeira noite na Póvoa, 'terminada' na praia dos beijinhos ;)
E passava todas ... :') ;( Nostalgia
1 beijo para ( parte) a minha canalha- Luisa, Joana e Chico

Invicta **



Quero muito ficar colocada AQUI!


Invicta - Mind da Gap

O orgulho é uma estupidez

Ando com inspiraçao para VIVER e com pouca inspiraçao para escrever.
Só tenho, HOJE, a dizer que AMO os meus amigos - aqueles que vão comigo ao fim do mundo.
Só tenho,HOJE, a dizer que AMO os meus amigos - lutamos juntos, ultrapassamos adversidades juntos, passamos momentos bombásticos juntos, divertimo-nos juntos, choramos juntos, sentimos igual, sentimos a tristeza e a alegria uns dos outros. E no final, sorrimos e acabamos numa discoteca, entre emoçoes fortes e intensas. :)
A semana na póvoa de varzim foi inigualável, pura loucura, pura rebeldia, amei com todas as letras ;)
Não quero nem pensar que para o ano isto poderá nem chegar a acontecer, quero ver-nos juntinhos, novamente!
Hoje, o amanha não existe. Não existem horas combinadas, não existem minutos projectados, o que importa é o "aqui e agora". O resto flui como a tinta que sai da lata se a verteres.
Sintam. Não tentem transportar os sentimentos para palavras, muito pelo contrário. Não estou a dizer para não serem orgulhosos, coisa que eu sou, mas sintam sempre.
Estou a escrever como se me dirigisse a todo o mundo, mas não ... È apenas a minha estratégia de comunicar. E agora,nao adiem o que pode ser feito "aqui e agora", corram sem medo, "liga-lhe", não percas mais tempo, vai, pensa em ti, não deves desistir de ti por causa dos outros, sê amiga de ti mesma. Segue a porcaria da caixa cardíaca que nos faz agir patéticamente por amor, eu sei...Mas esquece isso... não percas mais horas,dias,parte contigo e só contigo mesmo, não leves roupa;não leves comida;leva o coraçao preparado .... basta,ouve.
Que adianta armarmo-nos em fortes? Indiferentes?Frios? aos sentimentos. Aquele sentimento que é o amor. Também não sei. . . Não sei o que dizer para continuar... Sei que....algumas vezes, «digo o contrário do que estou a sentir» e, digo-o porque não queria ser mais uma subordinada à dor das desilusoes do amor, mas acabo por sofrer na mesma por dizer o contrário do que sinto.
Dificilmente, volto a trás com a minha palavra e, quando digo que não vou almoçar amuada, é porque não vou e não vou mesmo, apesar da fome, não vou. Enfim, talvez criançisse mas o orgulho entendem... :S

Maria

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Vomitar as palavras que nos fazem sentir «abaixo de cão» a uma psicóloga

« ... isto aconteceu antes de ontem por volta das 23:30. Não tinha sono, nao queria ir deitar-me, preferia ficar a ver tv. Embora nao passe de um vomito no carocel. Isto para a minha avó paterna, foi um drama ... Discutimos, o normal de sempre e para sempre, infelizmente acho que vai ser sempre assim porque noa há respeito. Sò existe submissao e subordinaçao nesta casa, obrigaçao e gritos que eu ja cansei de ouvir.
Eu respondi-lhe que se fosse pela electricidade, eu ia lá para fora e ficava lá e sabe que me disse ela? Para " ir para a estrada ver se arranjava boleia"
Como é que eu posso ficar ao ouvir uma coisa destas? Imune?? Estou cheia de raiva. Só me apetece deitar esta casa abaixo de vez.
Eu tenho avós? Por nome.
Eu tenho padrinhos?por nome.
sao todos uns cobardes.
na minha casa tive sempre de ouvir e calar, tive sempre de aceitar sem me impor, tive sempre de os perceber, enquanto eles a mim nunca me compreenderam.
Sinto que alguém está do meu lado?Não. Isso são tretas. Dizem que querem o melhor para nós e só nos fazem sentir absurdamente inúteis e piores...
Sinceramente nunca senti que esta vida fizesse muito sentido... »

Diário de uma adolescente burra felizissima (issima,issima) com a vida que pode ter. (Não, com a vida que tem, porque ela nao tem a vida quer)
Maria
Os netos nunca são tratados de maneira igual.
Os predilectos adaptam-se ás conveniências do avó, aquilo que o avó gosta, aquilo que o avó quer que ele seja. O avó dá-lhe sempre um 'eurito' ou dois e o neto em si, tem uns pais que ganham muito dinheiro sem fazerem ponta de um corno. Mas como o neto adere às gentilezas do avó,falsamente, é claro que tem tudo da parte dele.
O neto nao tem a culpa toda. São os adultos.
O outro neto é aquele que nunca é elogiado mesmo fazendo bem, é o pobre de um filho da puta, que nem dinheiro tem para passar uns dias com os amigos na praia, é um triste e háde ser sempre um triste no seio da gente cá de casa.
É aquele que só tem obrigaçoes, mas direitos negados à vista.
Maria
Doem-me as costas, de dormir na mesma cama com 40 anos de existência, dezoito anos da minha vida cão.
Maria

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Alberto Joao Jardim quer proibir o comunismo em Portugal


Pois bem, Alberto João Jardim quer rever a Constituição e proibir o comunismo em Portugal!! Na próxima semana vai mesmo avançar, no Parlamento Regional, com esta proposta indecente de revisão onde se pode ler que a "democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias totalitárias e autoritárias"
Epa, ataquem o psd, não os larguem, agora lutem de veras contra toda a direita, esta direita falcatruosa, esta direita de ditadores e apoiantes de Salazar. Esmaguem-os. Dizem que querem acabar com aquilo a que chamam totalitarismo e, chamam ao comunismo - totalitarismo, entao que me digam que nome dão à ideologia politica que têm vindo a pôr em practica anos consecutivos !!? Anos de ausencia de estado providencia, anos de ausencia da soberania popular, anos de ausencia da voz do povo, anos de permanencia de um silencio e descontentamento generalizado. Corram com eles. Totalitarismo, foi a atitude do senhor presidente da Madeira,Alberto Joao Jardim, ao querer impor a dele e só a dele, ao querer que vigurasse a dele e só a dele. Tal é Alberto Joao jardim como Hitler, ambos desejam a criaçao de um espaço unico onde agrupariam os da sua cor!! Jardim, esse estérico e mal educado, também quer terminar com os VERMELHOS, com a extrema esquerda e a propria esquerda e da mesma forma, quer manter a direita conservadorista e nacionalista, que empobrece o país, que envergonha o país, que desonra O QUE DE MAIS VALIOSO O PAÍS CONQUISTOU ATÉ À DECADA -O 25 DE ABRIL.
O dicurso do "espertalhao" foi inademicivel. O senhor presidente da Madeira deve ter a doença da raiva. O sindrome da intolerancia, e da ganancia, e da inveja,repito.
Vê-se o receio que os sociais democratas têm dos camaradas,orgulhosos de o serem.
Foi o discurso e a noticia mais descabida,suja,patética, incorrecta, hipocrita (...), que ouvi até hoje.
A direita só quer mais e mais poder... O partido comunista portugues, em breve, reage!
Para o Alberto Joao Jardim só desejava isto : os Gulags Soviéticos ou os campos de concentraçao da Sibéria.
Com muito orgulho, Comunista.
Maria

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Existem coisas que não posso dizer, mas jamais poderei deixar de sentir
Amo-te Pai ...
Porque nunca me deixas-te dizer-te na cara ?
Porque é que me deixavas com medo, quando te queria falar ?
Sei que não te passa pela cabeça eu algum dia ter chorado por ti, pela distancia que há entre nós, por ver os anos a passar e tu a envelheceres, mas é verdade que já chorei por ti, pelo iceberg que nos separa.
Maria

terça-feira, 14 de julho de 2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Inocência

Não sei como estar ... Não sei definir o que realmente vai cá dentro,nesta altura ... Se estou feliz ? Por um lado! Aliás, estou orgulhosa de mim, ( pela primeira vez na vida) porque sinto deveras o tempo a avançar e eu a progredir, a chegar às metas que exigem aprovaçao e, vejo que...Consigo, sou capaz. Isso por um lado, deixa-me com expectativas, faz-me gostar de mim, mas por outro...assusta-me o facto de eu estar a progredir, sem necessitar dos meus pais ou a afastar-me deles.
Se por um lado, desejei os dois ultimos anos que este momento chegasse, por outro, assusta-me o que aí vem.
Por vezes acho-me egoista, outras vezes acho-me um ser humano tão louco e tão normal, por ser assim. Inocente ...
Maria

sábado, 11 de julho de 2009

O artigo d'hoje revela a minha inconstância. É, sou inconstante. Os meus textos rapidamente variam entre estados de alma e politica. O nome que eu dei ao blog " farol" não tem minimamente a ver com temas politicos, mas... existem politiquisses minhas que tenho de expressar, se não, acumula-se e isto causa-me instabilidade.
Poderão nao compreender a minha reflexão seguinte.

- 3a Guerra Mundial : EUA - Coreia do Norte ?

Pois, tudo que aconteça de mal à América do Norte ( saliento, do norte!), voto a favor!!! ( Uma opiniao pesada )
Julgam-se os guardioes do mundo inteiro.
É como o Cristiano Ronaldo! Acha-se a estrela do planeta terra. Mas vale menos que qualquer cidadão trabalhador, que o " Zé povinho" até. Não produz, não contribui para o PIB. Valem mais os forcados do alentejo, que ele. E não é por serem do alentejo! É a realidade.

Extrema ..... Extrema.... Extrema ..... ESQUERDA !!

Ahh, Baracka Obama saiu-"me" cá uma desilusão. Deixem em paz o Iraque, o Afeganistão e os restantes estados árabes! Ainda destabilizam mais. Cambada de imperialistas, parece que querem mesmo colonizar aquilo ( L.O.L.)
Maria

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Eu e o sonho


« Os sonhos dão-me aquilo que a realidade me nega » - até aqui!
O silêncio - tem sido o meu maior inimigo nos últimos tempos. Por isso mesmo, eu nao seria capaz de viver não tendo sonhos, que me prometem força para enfrentar a monotonia do dia, confortam as minhas lágrimas e dão luz ao meu caminho.
Preciso de claridade na minha vida, de vez!
O que vale é que tento sempre mais uma vez ...
Os meus textos têm perdido a piada, sei bem disso, porque já nao sei como reagir ao facto de nos meus sonhos eu ir morrendo o tempo todo. Porque nao depende unicamente de mim. Porque lutar também cansa. Porque lutar também entusiasma. Porque lutar fez-se o meu maior vicio. E enquanto não encarnar os sonhos reais que me dão a esperança de ser feliz e fazem eu mesma me encontrar, não vou descansar. Porque só se cansa definitivamente, quem desistiu dele mesmo. E eu nao posso desistir de mim. Porque a felicidade está à minha beira ... Eu sei que se partir até ao meu lugar, muita coisa vai dar certo... O meu sol. Mas, como nao podia deixar de ser, existe um factor que contra-poe a minha ideia, e que pode ser decisivo. Médias ... escola ... Pais ...
Agora que cheguei aqui, nao me cortem as asas, fartas de aguentar, mas ansiosas por chegar, portanto, nunca as pus para o lado. . . Usei sempre as asas. As asas e o coração. Eu nao tenho feito outra coisa se não lutar. Com o coraçao e com a cabeça. Então nao é logico querer ser feliz? É racional! Então não é compreensível ir até ao fim do mundo, cometendo loucuras necessárias, para agarrar essa felicidade?

Não desistam de vós, nem que eu nao consiga "lá" chegar, direi-vos sempre para lutarem por vós. Porque vós são os vossos sonhos e os vossos sonhos são aquilo que desejam ser.
Autora: Maria.

Luisa e Joana, a última frase foi inclusivé para vocês. Voem, nem que seja apenas com uma asa, eu faço de asa que quebrou em vós. Voem, nem que seja apenas com uma asa, ainda têm oxigénio, ainda podem respirar.

liga

“Pega no telefone e liga-lhe, não tens nada a perder. Diz-lhe que tens saudades dele, que ninguém te faz tão feliz, que os teus dias são secos, frios e áridos, como um deserto imenso, sem oásis nem miragens, sempre que não estão juntos. Pega no telefone e liga-lhe. Se ele não atender, deixa-lhe uma mensagem. Ou então escreve-lhe um sms a dizer que queres estar com ele. Não te alongues nem elabores, os homens nunca percebem o que queres deixar cair nas entrelinhas. Tens de ser clara, directa e incisiva. E NÃO PODES TER MEDO, PORQUE O MEDO É O MAIOR INIMIGO DO AMOR. Cada vez que deixares o medo entrar-te nas tuas veias, ele vai gelar-te o sangue e paralisar-te os nervos, ficas transformada numa estátua de sal e morres por dentro. A vida é uma incógnita, hoje estás aqui, amanhã podes ficar doente, ou cair-te um piano em cima quando fores a andar na rua. Ainda há pessoas que atiram pianos pela janela, sabias? Nunca se sabe como será o dia de amanhã, por isso não percas tempo e pega no telefone e liga-lhe. Tenho a certeza que ele te vai ouvir, tenho a certeza que ele te vai ajudar, tenho a certeza que ele, à sua maneira - e é tão estranha a forma como os homens gostam de nós - ainda gosta de ti. Mesmo que já não te ame, ainda gosta de ti, como tu vais aprender a gostar dele, quando a vida te obrigar a desistir deste amor. Ele está longe, mas olha para ti por entre memórias, presentes e flores. À noite, entre sonhos alterados pelo álcool e as drogas leves, tu apareces-lhe na cama e ele volta a sentir o cheiro da tua pele e volta a amar-te com todas as suas forças. Ainda que não acredites, tu viverás para sempre nele, tal como ele vive em ti, na memória das tuas células, num passado que pode ser o teu escudo, mesmo que não seja o teu futuro. Pega no telefone e liga-lhe. Fala com ele de coração aberto, diz-lhe o que queres ver, chora se for preciso, pede-lhe que te diga se sim ou se não. Se for preciso, por mais que te custe, pede-lhe para escrever a palavra NÃO. Pede-lhe uma resposta para o teu coração. Mais vale saberes que acabou tudo do que viveres com as laranjas todas no ar, qual malabarista exausto, sem saberes nem como nem quando elas vão cair. Mais vale chorar a tristeza de um amor perdido do que sonhar com um oásis que se transformou numa miragem. Pega no telefone e liga-lhe. Liga as vezes que forem precisas até conseguires uma resposta, a paz de uma certeza, mesmo que essa certeza não seja a que desejavas ouvir. Mas não fiques quieta, à espera que a vida te traga respostas. A vida é tua, tens de ser tu a vivê-la, não podes deixar que ela passe por ti, tu é que passas por ela. E quando todas as laranjas caírem, apanha-as com cuidado, guarda-as num cesto e muda de profissão. O circo é para quem não tem casa nem país, não é vida para ninguém. Guarda as laranjas num cesto, leva-as para casa e faz um bolo de saudades para esquecer a mágoa. E nunca deixes de sonhar que, um dia, vais encontrar alguém mais próximo e mais generoso, que te ensine a ser feliz, mesmo com todas as pedras que encontrarem no caminho. Larga as laranjas e muda de vida. A vida vai mudar contigo.“
Autor desconheçido.

Pode ser que ISTO te ajude JOANA.
Com carinho, da tua amiga Maria . . .

sábado, 4 de julho de 2009

Espectadores do mar



I do not want to say goodbye . . .
Quando olho a foto imagino nós dois deitádos à beira mar, como da primeira vez ...
Entretidos com uma pedra perdida na areia ...
Entretidos com o barco lá ao fundo que vai a passar . . .
Envolvidos emocionalmente ... nada mais ...
Envolvidas as nossas mãos que passeiam uma na outra ...
Entretidos entre abraços, beijos e amaços como crianças ...
Entretidos os teus lábios com a minha pele ... Entretida a minha pele com os teus lábios. . .
Entretida eu com arrepios que vao completar os arrepios miudinhos provocados pela brisa adorável das ondas do mar ...
Entretida a brisa do mar com os poros da nossa pele salgada e com a areia solta que, passa a ficar agarrada aos nossos pés, deixando marca . . .
Depois de tudo isto, só falta o baloiço . . .
Maria

Vive e deixa viver ! Tão simples quanto isto ...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Querida





É linda não é ?
É filha da Diva e veio de Vila do Conde ...
Adoro a cadela, é meiguinha como tudo, brincalhona . . .

Sereias

Queria transformar-me em sereia ...
Esperar por ti numa rocha, banhada por pigmentos de água salgada, reluzente ...
Todas, juro, todas as noites .